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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Cetonas naturais

*Cetonas naturais:

- Nome oficial: Civetona
- Origem: substância retirada de uma glândula do gato de algália, um felino parecido com o gambá.






- Nome oficial: Carvona
- Origem: essência retirada da menta. 


- Nome oficial: cis-jasmona 
- Origem: essência retirada da flor de jasmim. 












 

Cetonas na confecção de perfumes




Alcoóis e cetonas constituem uma das principais famílias olfativas empregadas na confecção de perfumes.
Cetonas são muito utilizadas na indústria de perfumes. Uma delas, a muscona, cujo nome oficial é (R)-3-metilciclopentadecanona, é o principal componente do odor de almíscar, que na natureza é encontrado em glândulas presentes nas quatro espécies de veado almiscareiro (Moschus ssp.). Por ser necessário sacrificar o animal para a remoção dessa glândula, tais espécies se encontram ameaçadas de extinção, o que tem promovido o uso de substâncias sintéticas com propriedades olfativas semelhantes à muscona, como o 2-t-butil-4-metil-1,3,5-trinitrobenzeno.





quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Cetonas: Utilidades

     A cetona mais comum é a propanona, mais conhecida como acetona. Ela é usada como  solvente de esmaltes, graxas, vernizes e resinas. Também é utilizada na extração de óleos de sementes vegetais, na fabricação de anidrido acético e medicamentos.
A propanona é um líquido inflamável, incolor, com cheiro agradável e solúvel em água.
As cetonas são encontradas na natureza em flores e frutos. Em geral, são líquidos de odor agradável. Muitas cetonas artificiais e naturais são usadas como perfumes e alimentos. Algumas são substâncias medicinais, como os compostos cetônicos da urina.



Cetonas: propriedades terapêuticas

1. Propriedades terapêuticas das Cetonas:

  • expectorantes e estimulantes da circulação: cânfora, piperitona, pulegona, verbenona
  • anti-virais: tagetona, tuiona
  • descongestionantes hepáticos: verbenona, carvona
  • estimulantes do sistema nervoso central (SNC): tuiona, cânfora
2. Onde são encontradas algumas Cetonas:
  • tuiona: sálvia dalmaciana, tuia folhas, cedro maçã
  • tagetona: tagetes
  • verbenona: alecrim QT3
  • pulegona: poejos
  • piperitona: eucalipto dives, capim gengibre
  • cânfora: alecrim QT1, cânfora branca, lavanda spike, entre outros óleos essenciais
3. Cetonas mais comuns: acetofenona, cânfora, carvona, fenchona, ionona, irona, jasmona, mentona, metilheptenona, notkatona, perilacetona, pinocanfona, pinocarvona, piperitona, pulegona, tagetona, tuiona, 2-undecanona, valeranona e verbenona.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

CETONAS

Fórmula estrutural da cetona:

  



 
A Cetona mais conhecida é a Propanona (dimetil-cetona ou acetona comum). Essa forma mais simples de cetona é também a mais popular, uma vez que se faz presente nos salões de beleza (usada como solvente de esmaltes).


* Cetonas dão aroma às pipocas!!      


- Para um composto se classificar como Cetona, ele precisa possuir o grupo funcional carbonila (C= O) ligado a dois átomos de carbono.
Fórmula geral das cetonas: C3H6O. Os compostos orgânicos pertencentes a essa classe são miscíveis com água e por isso têm várias aplicações.




Molécula representativa das Cetonas:


 As acetonas (propanonas) ficaram reconhecidas como substâncias tóxicas, uma vez que sua comercialização é fiscalizada pelo Departamento de Entorpecentes da Polícia Federal. Mas outras cetonas são usadas até em alimentos. Sabe aquele cheirinho de queijo das pipocas de micro-ondas? A substância responsável pelo agradável aroma nada mais é do que uma cetona, de fórmula molecular C4H6O2, e conhecida como Butanodiona. As cetonas são usadas também para extração de óleo em sementes de soja, girassol, amendoim.




terça-feira, 18 de novembro de 2014

Conheça o Líquido do mal (experiência de química)

https://www.youtube.com/watch?v=CS1sWvrt64c
Fogo Que Não Queima

Guia de estudos: confira 10 temas essenciais de química


LIGAÇÃO METÁLICA
Ligação metálica é a ligação entre metais e metais. Formam as chamadas ligas metálicas que são cada vez mais importantes para o nosso dia-a-dia.
No estado sólido, os metais se agrupam de forma geometricamente ordenados formando as células, ou grades ou retículo cristalino.
Uma amostra de metal é constituída por um grande número de células unitárias formadas por cátions desse metal.
Na ligação entre átomos de um elemento metálico ocorre liberação parcial dos elétrons mais externos, com a conseqüente formação de cátions, que formam as células unitárias.
Esses cátions têm suas cargas estabilizadas pelos elétrons que foram liberados e que ficam envolvendo a estrutura como uma nuvem eletrônica. São dotados de um  certo movimento e, por isso, chamados deelétrons livres. Essa movimentação dos elétrons livres explica por que os metais são bons condutores elétricos e térmicos.
A consideração de que a corrente elétrica é um fluxo de elétrons levou à criação da Teoria da Nuvem Eletrônica ou Teoria do “Mar” de elétrons.
Pode-se dizer que o metal seria um aglomerado de átomos neutros e cátions, mergulhados numa nuvem ou “mar” de elétrons livres. Esta nuvem de elétrons funcionaria como a ligação metálica, que mantém os átomos unidos.

Ligação Iônica

LIGAÇÃO IÔNICA
A ligação iônica é resultado da alteração entre íons de cargas elétricas contrárias (ânions e cátions).
Esta ligação acontece, geralmente, entre os metais e não-metais.
Metais – 1 a 3 elétrons na última camada; tendência a perder elétrons e formar cátions. Elementos mais eletropositivos ou menos eletronegativos.
Não-Metais – 5 a 7 elétrons na última camada; tendência a ganhar elétrons e formar ânions. Elementos mais eletronegativos ou menos eletropositivos.

Ligações Covalentes




LIGAÇÃO COVALENTE
A ligação covalente, geralmente é feita entre os não-metais e não metais, hidrogênio e não-metais e hidrogênio com hidrogênio.
Esta ligação é caracterizada pelo compartilhamento de elétrons. O hidrogênio possui um elétron na sua camada de valência. Para ficar idêntico ao gás nobre hélio com 2 elétrons na última camada. Ele precisa de mais um elétron. Então, 2 átomos de hidrogênio compartilham seus elétrons ficando estáveis:
Ex.  H (Z = 1)  K = 1
 H    →   H2
O traço representa o par de elétrons compartilhados.
Nessa situação, tudo se passa como se cada átomo tivesse 2 elétrons  em sua eletrosfera. Os elétrons pertencem ao mesmo tempo, aos dois átomos, ou seja, os dois átomos compartilham os 2 elétrons. A menor porção de uma substância resultante de ligação covalente é chamada de molécula. Então o H2 é uma molécula ou um composto molecular. Um composto é considerado composto molecular ou molécula quando possui apenas ligações covalentes.

Descontraindo...


Lei de Hess - Explicação

Numa reação química, o balanço total de energia resulta na denominada variação de entalpia. Desse modo, se um processo é intermediado por vários outros, as diversas variações de entalpia, quando somadas, resultam numa final.
Observe a reação de síntese do metano:
C(grafite) + 2 H2(g) ⇔ CH4(g) ΔH = - 17,82 kcal
Através da variação entálpica, percebe-se que a reação é moderadamente exotérmica. Entretanto, não é tão direta quanto parece. Muitas vezes, uma dada reação química é consequência de várias outras.
A síntese de metano é exemplo de uma sucessão de reações químicas com variações de entalpia particulares:
C(grafite) + O2(g) ⇔ CO2(g) ΔH = - 94,05 kcal
H2(g) + ½ O2(g) ⇔ H2O(l) ΔH = 68,32 kcal
CO2(g) + 2 H2O(l) ⇔CH4(g) + 2 O2(g) ΔH = + 212,87 kcal
Observe que se multiplicarmos a segunda equação por 2, de modo a balancear as moléculas de água na soma de todas as equações, obteríamos a reação final de grafite e hidrogênio gerando metano:
C(grafite) + O2(g) ⇔ CO2(g) ΔH = - 94,05 kcal
(H2(g) + ½ O2(g) ⇔ H2O(l) ΔH = -68,32 kcal).2                                +
CO2(g) + 2 H2O(l) ⇔CH4(g) + 2 O2(g) ΔH = + 212,87 kcal
___________________________________________________
C(grafite) + 2 H2(g) ⇔ CH4(g) ΔH = - 17,82 kcal
Ou seja, mesmo que uma possível reação direta entre hidrogênio e carbono fosse possível, teria a mesma variação entálpica que a soma das variações das reações intermediárias. Observe que embora a entalpia na segunda reação seja negativa, após a multiplicação por 2, ela continuará negativa (a "regra de sinais" da matemática não deve ser utilizada aqui).
Assim é enunciada a lei de Hess:
A variação entálpica de uma reação química depende apenas dos estágios inicial e final da mesma. Não importando, portanto, os processos intermediários.
Essa lei pode ser aplicada a qualquer sistema de equações quando se deseja definir a variação de entalpia total. Mas, vale lembrar que invertendo a equação, troca-se o sinal do ΔH correspondente a ela; do mesmo modo, multiplicando a equação por um número qualquer, multiplica-se o ΔH pelo mesmo número.

Lei de Hess

https://www.youtube.com/watch?v=zhVIolXh8Ms

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Energia de ligação

Quando ocorrem reações químicas, ocorre também quebra das ligações existentes nos reagentes, mas novas ligações são formadas nos produtos. Esse processo envolve o estudo da variação de energia que permite determinar a variação de entalpia das reações.

O fornecimento de energia permite a quebra de ligação dos reagentes, esse processo é endotérmico, mas à medida que as ligações entre os produtos se formam o processo muda: fica exotérmico. Por quê? Ocorre a liberação de energia.

A energia liberada na formação de uma ligação é numericamente igual à energia absorvida na quebra desta ligação, portanto a energia de ligação é definida para a quebra de ligações.

Resumindo: Energia de ligação é a energia absorvida na quebra de 1 mol de ligações, no estado gasoso, a 25 °C e 1 atm.